Sejam Benvindos

 

Vou abrir as portas do meu computador!
E N T R E !!
Traga pra mim esse gostoso riso que nunca ecoa!
Conte pra mim suas velhas histórias, deixa que eu me deite
em seus ombros invisíveis e segure suas mãos firmes!...Não sei olhar em seus olhos,
Não sei sentir seu olhar. E suas palavras entram
direitinho no meu coração. O mundo parece tão
pequeno atrás dessa rede!
Ah! Você vem
E eu nem sei de onde
Sem passaporte atravessa as fronteiras, do limite do
impossível, traz paz e consolo, uma palavra,
um verso e coloridas flores sem perfume, mas que são
Bálsamo para a alma...
Vou abrir minha casa para que você entre!...
Tome um café com bolo,
Me conte de você, permita que eu ria de seus risos,
E deixe que eu seque suas lágrimas, se preciso for.
Você não é apenas um nome que se
esconde atrás de um arroba, você tem alma
e asas, como os verdadeiros anjos...
Você tem um "eu"
Que precisa e deve ser respeitado, que precisa e deve ser
amado. De virtual, na verdade, você não tem nada!!!
Claro!!! Meu café não tem sabor
E meu bolo não é doce, quando virtual,
Mas meu carinho e meu amor são, nessa rede toda,
Tudo o que tenho de mais real.
Então...
Entre sem bater!!!
Sente-se!
Tem café, bolo e minha
amizade esperando por você atrás da tela
DESSE MEU COMPUTADOR. (AD)

 

Sou Helô Coelho, tenho 55 anos, moro em Santana do Livramento (RS). Gosto de pesquisar sobre gastronomia, adoro música, adoro cozinhar, ler...amo poesias, cinema, teatro, fazer amizades, um bom papo e principalmente estar com a minha família. Odeio mau caratismo...


 

Esse poema dedico a todas nós, Mulheres...

As mãos da Mulher

Vestem necessitados,
ensinando a bondade,
dão o exemplo,
ensinando o amor,
embalam o berço,
ensinando a ternura,
indicam o caminho,
ensinando a decidir,
preparam alimentos,
ensinando a repartir.
Erguem as mãos,
ensinando a orar,
abrigam o aflito,
ensinando esperança,
enxugam a lágrima,
ensinando a compartilhar,
constroem a família,
ensinando a confiar,
plantam flores,
ensinando a trabalhar.

Ivone Boechat

 

Cliquem na imagem abaixo e visitem a minha sala, com textos e dicas interessantes. Sejam benvindos nela também.


 

 

::Meu Award ::




 

UOL
 
Recebi este selo da uol, meu blog foi considerado um dos mais legais do público!!!

 

 

::Selinho de Aprovação ::



 

::Mimos que ganhei! ::


 

 

 



 

 

 

 

Protetor desse Blog

 

 

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Doces e poemas
Poemas que são doces
Doces de poemas

De Cora doceira
De Cora da ponte
De Cora da fonte...
da vida

Heitor Rosa

 

- Sou mulher como outra qualquer. / Venho do século passado /
 e trago comigo todas as idades"....
- Sou mais doceira e cozinheira / do que escritora, sendo a culinária / a mais nobre de todas as Artes: / objetiva, concreta
jamais abstrata / a que está ligada a vida e a saúde humana."

"- O Pão chega pela manhã em nossa casa. / Traz um resto de madrugada. /
Cheiro do forno aquecido, de levedo e de lenha queimada. /
Traz as mãos rudes do trabalhador e a Paz dos campos cheios. /
 Vem numa veste pobre de papel. Por que não o receber /
numa toalha de linho puro e com as mãos juntas / em prece e gratidão? "

...."Vive dentro de mim a mulher cozinheira. Pimenta e cebola.
Quitute bem feito. Panela de barro. Taipa de lenha.
Cozinha antiga toda pretinha. Bem cacheada de Picuma. Pedra pontuda. Cumbuco de coco."

"Cora Coralina"


 

 

 

 

 

 

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Mulher de Minutos

 


Não sou mulher de minutos
Daquelas que os segundos varrem
Para debaixo do tapete sujo
Não pinto os cabelos de fogo
Nem faço tatuagem no umbigo
Me recuso a usar corpetes e cinta-liga

Há sementes em meu ventre
São palavras que ainda não reguei
Prefiro guardá-las em silêncio
Até que o tempo amadureça meus minutos
E a vida me contemple com seus frutos

Não borro meus cílios na solidão da noite
Nem pinto meu rosto com a palidez das manhãs
Meu corpo é feito de marés
Onde navegam mil anseios
Veleiros sem direção
Estou sempre na contramão


 

"Recordar..."

 

 

 

 

Receita de Carinho

Um monte de Tranqüilidade
Algumas colheres de Esperança
Duas pitadas de Paciência
Carinho, muito Carinho!

Misture os ingredientes,
leve ao forno pre-aquecido até dourar!

Dica:
Se acontecer de queimar, não se apavore.
O bolo da vida só chamusca por fora,
por dentro não se estraga.
Então, se passar do ponto, remova a camada externa, queimada,
e cubra generosamente com Amizade.

(Laura Poesias)


 

...e como não podia deixar de ser...

só para garantir!

 

 

Templates Lali

 





 

Cozinha paranaense

Sinto-me honrada em trazer um pouco da culinária paranaense , motivos não me faltam, citarei dois ,

a admiração pelo Estado e seu povo, e o mais importante, ter uma filha paranaense (curitibana).

Embora os principais pratos da cozinha paranaense sejam originários da interação entre portugueses e indígenas, esta possui influência posterior de imigrantes franceses, alemães, italianos, ucranianos, poloneses, austríacos, árabes, sírio-libaneses e japoneses. No século XVII, portugueses e paulistas começaram a ocupar a região à partir da descoberta do ouro em Minas e permaneceu até o século XIX com sua economia baseada na pecuária.

Uma das comidas que eu adoro é o Barreado, o nome não é muito sugestivo, mas quem já comeu jamais esquecerá.Então vamos lá com a receita.


O que é Barreado?

Um prato típico da culinária brasileira de sabor indescritível e altamente revigorante. Foi criado há mais de 200 anos por caboclos do litoral paranaense. Começou a ser servido por ocasião da festa do "entrudo", que hoje em dia conhecemos pelo nome de "Carnaval". Depois, foi incorporado às festas religiosas de Morretes e Antonina e hoje é considerado o prático típico oficial do Paraná.
Ingredientes para 15 pessoas

Recipientes utilizados:


1
 panela de barro esmaltada grande com tampa;
1
 bacia para os cubos de verduras;
1
 bacia para os tabletes de carne;
1
 bacia para preparação do lacre da panela;
15
 cumbucas pequenas de barro com tampa para servir porções individuais de Barreado;
1
 cumbuca média para servir a farinha de mandioca;
15
 pratos rasos e talheres (garfos, facas, colheres, guardanapos, etc.).
 

 

Dicas importantes para
se fazer um bom Barreado 


 Compra da carne  Compra da verdura
As tradicionais cozinheiras de Antonina e Morretes fazem o Barreado com qualquer carne de segunda, desde que as mesmas sejam magras, sem ossos e bastante fibrosas. A paleta magra ou maminha de alcatra têm estas características e podem ser encontradas ou encomendadas em qualquer distribuidor de carne. Combine paleta e maminha caso não encontre uma ou outra em quantidade suficiente. Atente para que a carne não contenha gordura ou sebo, esteja fresca, bastante fibrosa e venha cortada em uma ou duas peças, no máximo. Procure adquirir as verduras antecipadamente e de preferência sob encomenda junto ao seu fornecedor de confiança. Acontece que produtos indispensáveis como alho-porro, salsão ou aipo são difíceis de ser encontrados em supermercados. Na compra antecipada, mantenha as verduras de molho numa vasilha com água até a hora da preparação do Barreado.
 Folha de bananeira:  Barreando a tampa:
Encontre duas ou três folhas novas e verdes de bananeira, que servirão para forrar todo o conteúdo da panela antes da mesma ser tampada e lacrada. Lave-as demoradamente e recorte-as em forma de circunferência (maior que a boca da panela) nas suas parte mais largas. Estas folhas, além de darem um gosto especial ao Barreado, ajudam a abafar a fervura de forma que o lacre da tampa da panela se torne mais resistente ao vapor. Veja o exemplo:
. Um dos segredos do autêntico Barreado está no lacre da tampa da panela. Este lacre é feito com farinha de mandioca fina solvida em água fria e serve para evitar a saída de vapor durante todo o período de cozimento em fogo baixo. É muito importante que este lacre não se rompa. Como o Barreado não leva água, mas apenas o líquido da carne e da verdura, manter a panela hermeticamente fechada é vital para se obter o melhor sabor do prato. Um quilo de farinha é suficiente para lacrar a tampa de uma panela grande de barro. Despeje um pacote de farinha numa bacia, adicione água fria e mexa o angu com as duas mãos até ele se transformar numa argamassa, nem muito mole e nem muito dura. Para barrear, enrole a massa até formar um cubo gosso e calafete a tampa ao corpo da panela. Molhe as mãos em água fria e passe seguidamente sobre a argamassa até o anel de vedação ficar bem liso e aderente.


 Modo de preparar o Barreado
 Cortando a carne:  Cortando o toucinho:
Observe o sentido da fibra da carne antes de iniciar a retalhação da peça. Corte a carne em tabletes longos em forma de retângulos com cerca de 12 cm de comprimento, 4 cm de largura e 2 cm de altura. As fibras devem estar dispostas no sentido longitudinal, ou seja, no sentido do comprimento do tablete. Isto fará com que a carne se transforme em fios longos após o Barreado estar no ponto. Coloque os tabletes em uma bacia e deixe repousar alguns minutos. Fatie o toucinho em forma de lâminas retangulares finas. O bacon fatiado substitui com vantagem o toucinho, por já se apresentar defumado, o que proporciona um sabor mais leve ao Barreado.

 
 Picando as verduras: Preparando a panela:
Para descascar os tomates, coloque todos numa bandeja e leve-os ao forno quente por alguns minutos. Depois de bem lavadas, corte as verduras (tomate, cebola, salsão ou aipo, cheiro verde, alho-porro) em pequenos cubos de dois ou 3 centímetros e deixe tudo repousando numa bacia. Inicialmente, forre o fundo da panela com uma camada de toucinho ou bacon fatiado. Sobreponha o toucinho ou bacon com outra camada de cubos de tempero. Faça uma terceira camada com tabletes de carne. Repita estas três camadas até o conteúdo ocupar mais ou menos 3/4 (três quartos) da panela. Adicione os caldos das bacias de carne e de tempero. Acrescente uma colher de sopa de cominho em pó, uma de orégano, uma de pimenta-do-reino, três de extrato de tomate, cinco de sal, quatro de vinagre de vinho, cinco folhas de louro, uma cabeça de alho ralada e a noz-moscada ralada. Finalmente, forre o conteúdo com as folhas de bananeira em forma de circunferência, tampe a panela e leve ao fogo.

 
 Levando ao fogo:  Cuidados com o cozimento:
Tradicionalmente, o Barreado é feito em fogão a lenha, mas nada impede que seu cozimento se dê em fogão a gás. Para isto, são necessárias algumas providências: a chama tem que estar no ponto mínimo e a panela deve ser colocada sobre uma chapa de ferro ou alumínio para que não fique em contato direto com o fogo. Após colocar a panela sobre a chapa, inicie o processo de barreamento, que consiste em lacrar a tampa com a argamassa (angu) de farinha de mandiocas. Após uma hora sobre a chapa sobre fogo brando, o Barreado entra em processo de cozimento, que deve ser acompanhado atentamente. Observe que o anel de argamassa se torna seco e à vezes se rompe devido à força do vapor. Mantenha a bacia com a argamassa de farinha sempre à mão e restaure o lacre toda vez que notar a saída de vapor. Para reparar o lacre, enrole um pequeno cubo de argamassa e aplique no local do vazamento para estancar o escape de vapor. Umedeça a mão em água fria e alise seguidamente até o remendo se fundir com o anel de argamassa seco.


 No ponto:  Servindo o Barreado:
O Barreado deve ser levado ao fogo com pelo menos 24 horas de antecedência do momento de ser servido. Sendo assim, o Barreado que será servido no almoço precisa ir ao fogo por volta da meia-noite do dia anterior. Como a panela está lacrada, o aroma forte exalado pela tampa após 18 horas de cozimento é a única forma de saber que o Barreado está quase no ponto. Dependendo do fogo, o Barreado estará pronto para ser consumido de 16 a 24 horas de cozimento. Apague o fogo após abrir o lacre da panela, mas não esqueça de manter a chapa sempre quente. Coloque as porções em cumbucas de barro e leve à mesa, se possível sobre fogareiros com fogo fraco. Em mesa coletiva, pode-se levar a panela grande sobre fogareiro. Coloque na mesa, preferencialmente, uma cachaça fina feita de banana para aperitivo. Na falta, caipirinha ou conhaque para abrir o apetite e cerveja ou vinho para acompanhamento.


 Compondo a mesa:  
Originalmente, o Barreado é servido com arroz, farinha de mandioca, banana-caturra ou nanica e pimenta malagueta. Pode-se acrescentar a isto porções de couve refogada, salada mista e banana-caturra madura., pirão feito com o próprio caldo, farofa e laranja-pêra, salada mista e banana-caturra madura. Requente o Barreado quantas vezes for necessário, sem necessidade de "barrear".


Ingredientes: 
   

5
 quilos de carne magra sem osso (paleta ou maminha de alcatra);
500
 gramas de toucinho ou bacon fatiado;
1
 quilo de tomates maduros, rijos, sem pele, sem sementes e picados;
1
 quilo de cebolas de tamanho médio , sem cascas, cortadas em quatro pedaços;
3
 folhas de salsão ou aipo picadas;
3
 pés de alho-porro picados;
1
 colher de sopa de cominho em pó;
1
 colher de sopa de orégano em pó;
3
 maços de cheiro verde picados;
3
 colheres de sopa de extrato de tomate;
5
 folhas de louro;
5
 colheres de sopa sal;
1
 colher de sopa de pimenta-do-reino, mais ou menos;
1
 cabeça de alho descascada e moída;
1
 noz-moscada ralada;
4
 colheres de sopa de vinagre de vinho;
3
 folhas verdes e pequenas de bananeira para sobrepor ao conteúdo da panela;
2
 quilos de farinha de mandioca fina para o lacre e para a mesa;
3
 quilos de banana-caturra maduras e frescas;
1
 vidro de pimenta malagueta para a mesa.

Obs: Este é o verdadeiro Barreado, há quem prefira fazer em panela de pressão, eu particularmente acho uma heresia.

 

Pão de Pinhão

"Pão de pinhão é uma das novidades da culinária paranaense"
Receita

Para obter a farinha a partir do pinhão cozido ou cru, deve-se triturar no liquidificador e deixar secar bem, de preferência no sol. “


Confira a receita:
Ingredientes:
3 ovos
200 ml de óleo
60g de fermento biológico (4 tabletes)
350 ml de leite morno
3 colheres de sopa de açúcar
1 colher (sopa) de sal
1 kg de farinha de trigo
2½ xícaras de pinhão cozido e triturado

Modo de preparo:
Em uma tigela grande coloque ¾ da farinha, o pinhão triturado e o sal. Reserve. No liquidificador coloque os cinco primeiros ingredientes, bata até obter uma mistura homogênea. Adicione a mistura do liquidificador à farinha preparada e misture. Com o restante da farinha acerte até obter o ponto para sovar (deve ficar uma massa macia, mas sem grudar na mão).
Divida a massa em duas partes e coloque-as em duas formas para pão de forma untadas com óleo (ou quatro formas de bolo inglês). Pincele com gema e deixe crescer até dobrar de volume. Asse em forno médio por cerca de 30 minutos ou até dourar.

Receita da professora pesquisadora da PUCPR Nery Nishimura de Lima.



- Postado por: Curta do Zóio às 14h11
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O sabor da mesa catarinense

 

Receita de Marreco recheado ( típica de Santa Catarina) 

     

Ingredientes:
1 marreco (com miúdos)
2 colheres (sopa) de farinha de trigo
50 g de bacon
100 g de lombinho suíno
1 cebola média
1 dente de alho
1 pãozinho
1 tomate
½ maçã
1 ovo
Sal, pimenta-do-reino e cebolinha verde à gosto


Modo de preparo:

Tempere o marreco com sal, pimenta-do-reino e cebolinha verde picada, por dentro e por fora.
Deixe marinando por no mínimo 12 horas, e então recheie com a massa.
Massa

Em um moedor de carne ou processador, passe os miúdos do marreco, cebola, tomate, bacon, lombinho, maçã, e o dente de alho.
Misture bem e acrescente o ovo, o pãozinho molhado em água, cebolinha verde, farinha de trigo, sal, pimenta-do-reino.
Misture tudo novamente.
Recheie marreco com esta massa e costure firmemente com linha grossa.
Modo de assar

Coloque o marreco para assar com o peito para cima em uma assadeira profunda (ferro ou alumínio).
Adicione ½ copo de água.
Quando estiver dourado, retire o líquido que se formou na assadeira.
Adicione ½ copo de água.
Regue o marreco com o molho que se formou para que ficar bem dourado.
Retire do forno e aguarde aproximadamente 10 minutos antes de cortar.
Ao servir, corte o marreco em partes e retire o recheio por inteiro, fatiando.

(Por Tania Martins)

Einsbein - (Joelho de porco )

 


Ingredientes:


Joelho de porco
2 joelhos de porco com 600g a 700g cada
3 a 4 folhas de louro
1 ramo de alecrim
1 ramo de coentro ou coentro em grão (a gosto)
1 pedaço de pau de canela
2 litros de água (aproximadamente)


Molho para assar
1/2 xícara (chá) de molho de soja
1 colher (sopa) de glucose de milho ou mel


Chucrute
1kg de chucrut (repolho em conserva)
100g de toucinho moído
1 cálice (pequeno) de vinho branco
1 xícara (chá) de água
2 a 3 folhas de louro
1 colher (sopa) de zimbro ou mostarda em gr

Modo de preparar:
Joelho de porco
Deixe o joelho salgado de molho na água por 1 hora, para sair o sangue e o excesso de sal. Em seguida, numa panela de pressão com água suficiente para cobrir os joelhos, o louro, o alecrim, o coentro, a canela, cozinhe o joelho durante 1 hora, aproximadamente. Sirva com mostarda clara ou escura ou ainda pimenta.


Molho para assar
Misture bem os dois ingredientes e passe no joelho cozido antes de levá-lo ao forno. Leve ao forno médio por 15 minutos e vá regando com o molho.
Dicas: depois de cozido, mergulhe os joelhos em bastante óleo fervente, para "pururucar" (tostar). O joelho de porco a pururuca é servido com compota de maçã ou chucrute.


Chucrute
Lave o chucrute e esprema para retirar a água. Numa panela, derreta o toucinho, refogue o chucrute, mexendo bem. Adicione o vinho, a água, o louro, o zimbro ou a mostarda, tampe e deixe cozinhar em fogo baixo por 10 a 15 minutos (caso seque, coloque um pouco mais de água). 
 (Oto)

      Receita de Camarão ao creme ( típico de Santa Catarina) 

  

Ingredientes


1 kg camarão (bem graúdo sem casca)
1 cebola de cabeça
2 tomates
1 pitentão vermelho
1 dente de alho
1 copo de requeijão
1 lata de creme de leite
1 copo de champignon
1 litro de leite
2 colheres (sopa) de amido de milho
1 lata de milho verde
200 g de queijo prato fatiado
Modo de preparo

Numa panela, coloque a cebola, o tomate, o pimentão e o alho para refogar.
Quando refogado, acrescentar o milho verde, champignon e o leite.
Em seguida coloque a lata de creme de leite, o requeijão, mexa bem.
Numa chícara, desmanche com água, as 2 colheres (sopa) de amido de milho.
Depois coloque na panela, mexendo sempre até virar um molho bem grosso, só depois de virar o creme é que você vai colocar o camarão que deverá cozinhar neste molho por no máximo 3 minutos.
Após isso, pegue um refratário e coloque este molho cobrindo com camadas de queijo prato.
Leve ao forno somente para dourar.
 

Caldeirada de Peixe e Frutos do Mar


Ingredientes (4 porções)

100 g de mexilhões com as conchas
200 g de vôngoles com as conchas
4 vieiras com as conchas
4 ostras frescas
300 g de camarões graúdos
300 g de peixe tipo cherne (ou garoupa) limpo, cortado em pedaços
2 cavaquinhas limpas partidas ao meio
2 cebolas picadas
4 dentes de alho inteiros com a pele
75 ml de óleo de oliva
2 folhas de louro
2 batatas-doces descascadas, cortadas em fatias
600 ml de caldo de peixe
Folhas de manjericão picadas a gosto
Sal e pimenta-do-reino branca moída na hora a gosto

Decoração

Pimenta-vermelha
Talos de nirá
Ramos de tomilho

PREPARO

Lave bem os mexilhões, os vôngoles, as vieiras e coloque as conchas de molho em água fria com sal, por cerca de 2 horas. Lave as ostras e, com um abridor de ostras (ou com uma faca), abra as conchas.
Limpe os camarões. Limpe o peixe e corte-o em pedaços.
Limpe as cavaquinhas e corte-as ao meio. Em uma caçarola de fundo grosso, refogue a cebola e o alho no óleo de oliva. Junte as folhas de louro. Acrescente a batata-doce e deixe por alguns minutos no fogo, misturando delicadamente. Incorpore o peixe e deixe por mais alguns minutos, depois coloque as cavaquinhas, os mexilhões, os vôngoles, os camarões, as vieiras e em seguida o caldo de peixe quente. Ajuste o sal e a pimenta.
Cozinhe por cerca de 20 minutos. Três a dois minutos antes do término do cozimento, coloque as ostras.
Sirva no próprio recipiente, salpicando com manjericão e decorando com a pimenta, os talos de nirá e os ramos de tomilho.

obs: O nirá
está para o alho assim como a cebolinha está
para a cebola.
Você pode encontrá-lo em duas variedades, uma
mais achatada
e outra, onde o talo é fino e tem uma espécie
de flor na
ponta.

(rev. Gula)

Torta de Maçã (Apfelstrudel)


Ingredientes
MASSA
:- 2 colheres (sopa) de óleo de canola; 1 colher (sopa) de vinagre; 1 ovo pequeno; ½ xícara (chá) de água; 1 pitada de sal; 2 xícaras (chá) de farinha de trigo. RECHEIO:- 6 maçãs; suco de ½ limão; ½ xícara (chá) de adoçante dietético em pó, próprio p/ forno e fogão; 1 colher (sopa) de amido de milho; 50g de uvas-passa pretas sem sementes; 3 colheres (sopa) de margarina light amolecida; 4 colheres (sopa) de farinha de rosca. PARA POLVILHAR:- 2 colheres (sopa) de leite em pó desnatado; 2 colheres (sopa) de adoçante dietético em pó, para forno e fogão; 1 colher (chá) de canela em pó. 
Tempo de Preparo
1 hora e 20 minutos
Rendimento
16 unidades 
Modo de Preparo
MASSA
:- Em um recipiente, misture o óleo, o vinagre, o ovo, a água, o sal e adicione, aos poucos, a farinha de trigo até obter uma massa firme. Sove bem a massa e deixe-a descansar em uma tigela untada com óleo por cerca de 30 minutos. RECHEIO:- Descasque as maçãs e corte-as em cubos. Misture com o suco de limão, o adoçante, o amido de milho e as uvas-passa. MONTAGEM:- Abra a massa com um rolo e deixe-a bem fina. Pincele com a margarina amolecida misturada com a farinha de rosca. Espalhe a mistura de maçãs por cima e enrole como rocambole. Coloque em uma assadeira antiaderente média e leve ao forno médio pré-aquecido a 150ºC, por cerca de 40 minutos, ou até dourar. Retire e polvilhe o “apfelstrudel” com o leite em pó, o adoçante e a canela. Sirva em fatias. 
Total de Calorias
140 Kcal por porção
Obs:
Receita da Revista “De Bem com a Vida”.



- Postado por: Curta do Zóio às 14h52
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A Primavera chegou! Vamos comer flores?

clicar na figura

A primavera também pode estar presente na culinária. São diversos pratos que ganham a beleza e o sabor de calêndulas, cambuquiras, amores-perfeitos, capuzins e até rosas. São as flores comestíveis. Você já usa no dia-a-dia flores em várias receitas, como é o caso do brócolis, a couve-flor e a alcachofra.

As flores cultivadas para decoração encontradas em floriculturas não são utilizadas na culinária. As flores comestíveis devem ser adquiridas com produtores credenciados, em supermercados ou em lojas especializadas em produtos culinários. São flores livres de agrotóxico ou tratamento químico.

Algumas espécies são tóxicas como a coroa de cristo, lírio, bico de papagaio, trombeta do inferno, espirradeira, violeta africana, crisântemo, alamanda, copo-de-leite e jasmim-manga. Por isso, todo cuidado é pouco!

Uma dica importante é, que para a utilização das flores, é necessário retirar os cabos através de uma suave compressão na região do cálice. A outra é que as flores são adicionadas às receitas depois que os ingredientes já foram ao fogo, porque as altas temperaturas comprometem suas características naturais.

Os restaurantes brasileiros gostaram tanto da utilização das flores que até criaram pratos especiais para celebrar a chegada da primavera. Alguns acharam bem interessante manter esses pratos exóticos em seu cardápio durante todo o ano.

Tipos de flores comestíveis:

Flor de Calêndula: originária da região centro sul da Europa e da Ásia, suas pétalas são utilizadas frescas em saladas, em crepes ou como corante eficiente em muitos pratos. O miolo não é comestível.
Flor de Borago: nativa do norte da África cujas flores são freqüentemente utilizadas em saladas ou glaçadas e utilizadas em bolos e sobremesas. Deve ser sempre utilizado fresco para não perder suas propriedades.
Nastúrcio ou capuchinha: nativa do Peru, suas flores e folhas possuem um gosto picante, são riquíssimas em vitamina C e muito valorizadas pelos restaurantes finos, que servem as servem em saladas nutritivas e atraentes. Rica em vitamina C e seu sabor é picante, lembrando o do agrião.
Amor-Perfeito ou viola tricolo: nativa da Europa e Ásia Ocidental, ajuda a estimular naturalmente o metabolismo e é usado em saladas ou sobremesas.
Rosa: é rica em vitaminas e confere um aroma irresistível a todos os pratos que acompanha, sua utilização é mais presente em caldas doces.

 

Couve-flor com requeijão

Ingredientes:

1 couve-flor grande, bem fechada e sem manchas / 2 copos de requeijão / 200g de salaminho em fatias e picadinho / 4 colheres de sopa de molho maionese / Noz-moscada / Pimenta-do-reino branca moída na hora / Farinha de rosca / Manteiga / Sal / Limão / Queijo parmesão ralado.

Modo de preparo: Retire as folhas da couve-flor e corte o talo bem rente ao começo de sua formação, de maneira que o legume possa ficar assentado no refratário. Coloque na panela, cubra com água quente temperada com sal e gotinhas de limão e leve ao fogo para cozinhar ao ponto (não pode amolecer). Feito isto, retire do fogo, escorra com cuidado e arrume inteira no centro de um prato refratário redondo, untado com bastante manteiga e polvilhando com farinha de rosca.
Misture bem todo o requeijão com o salaminho e a maionese. Tempere a gosto com sal, pimenta-do-reino e noz-moscada. Com o auxílio de uma espátula, vá afastando e abrindo os galhos cuidadosamente e introduzindo entre estes porções da mistura de queijo e salaminho. Faça isto de maneira que toda a couve-flor fique recheada. Caso sobre recheio, passe por cima do legume. Polvilhe com bastante queijo ralado misturado com farinha de rosca. Salpique com manteiga e leve ao forno quente para gratinar. Sirva em seguida com arroz branco preparado na hora ou arroz com passas.

 

Flor de abobrinha recheada

Ingredientes:

Massa: 1 xícara de chá de farinha de trigo / 3/4 xícara de chá de cerveja / 1/4 xícara de chá de leite / 1 colher de sopa de azeite / 1 gema / Sal a gosto

Modo de preparo:

1/3 xícara de chá de atum em conserva amassado / 1/4 xícara de chá de vinagre / 2 colheres de sopa de leite / 11/2 colher de sopa de alcaparra / 18 flores de abobrinha / 10 filés de anchova pequenos em conserva / 5 fatias de pão de fôrma esmigalhadas / 2 ovos cozidos / 2 xícara de chá de óleo

Modo de preparo:

Massa:
Misture bem todos os ingredientes e deixe descansar por 30 minutos.
Recheio:
Lave as flores em água corrente e seque-as com papel-toalha. Retire o pistilo. Deixe o pão de molho no vinagre por 10 minutos e depois amasse bem. Ponha a alcaparra, a anchova e o atum escorridos, o leite, os ovos amassados com um garfo e misture. Faça bolinhas e coloque uma dentro de cada flor. Aqueça bem o óleo. Mergulhe a flor na massa e frite-a até dourar. Deixe escorrer em papel-toalha e sirva quente. Rendimento: 18 unidades

 
 Fonte: Viver Bem


 



- Postado por: Curta do Zóio às 19h36
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Estão Voltando as Flores

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" os poderosos podem matar uma, duas, tres flores
mas jamais deterão a primavera"
Che Guevara

 

Risoto Primavera

1400 ml de caldo de frango ou caldo de legumes
2 abobrinhas pequenas (2,5x12, 5 cm); fatiar na diagonal, 1 cm espessura
2 cenouras; fatiar na diagonal, 1 cm de espessura
4 vagem; fatiar na diagonal, 1 cm de espessura
1 pimentão pequeno vermelho; fatiar com 1 cm de espessura
1 pimentão pequeno amarelo; fatiar com 1 cm de espessura
3 fundos de alcachofras; fatiar na diagonal com 1 cm de espessura
2 tomates fatiar na diagonal com 1 cm de espessura
2 colheres (sopa) de ervilhas frescas (ou congeladas)
1 colher (sopa) de cebola triturada
1 colher (sopa) de alho poro triturado
5 colheres (sopa) de manteiga ½ xícara (chá) de vinho branco seco
3 colheres (sopa) de parmesão ralado 2 1/2 xícaras de arroz arbório

Modo de fazer:
Misture a cebola triturada e o alho-poró.

Derreta 2 colheres de sopa de manteiga, coloque a metade da cebola e alho-poró para dourar, acrescente os pimentões, abobrinha, vagem, cenoura e refogue por uns 4 minutos (reserve).

Coloque 2 colheres de manteiga com a cebola e o alho-poró para dourar, junte o arroz e refogue por alguns minutos.

Adicione o vinho branco, mexa e deixe evaporar.

Junte um pouco do caldo de legumes ou de frango quase em ponto de fervura e mexa, após uns 8 minutos coloque os legumes que estavam reservados, junte a ervilhas, tomate e o fundo de alcachofra, continue colocando o caldo de legumes e sempre mexendo por mais 8 minutos.

Retire do fogo acrescente a manteiga e o parmesão ralado. Sirva e bom proveito.



- Postado por: Curta do Zóio às 11h00
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Salve o 20 de setembro!  

Minha homenagem a todos os gaúchos espalhados pelo mundo e que visitam  a cozinha da curta

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"não basta pra ser livre / Ser forte, aguerrido e bravo / Povo que não tem virtude / Acaba por ser escravo."



- Postado por: Curta do Zóio às 23h57
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Antiga bandeira

A Bandeira Rio-Grandense foi criada ao tempo da Revolução Farroupilha. Proclamada a República Rio-Grandense pelo General Antônio de Souza Neto, em 11 de Setembro de 1836, cogitaram logo os revolucionários de criar um símbolo próprio que substituísse a Bandeira Imperial.

Em 6 de Novembro de 1836, historicamente, aparece em Piratini, pela primeira vez, a Bandeira da República Rio-Grandense em um cortejo solene. Tal bandeira foi adotada, de fato, seis dias antes que fosse de direito, pelo decreto de 12 de novembro de 1836, que a denominou "Escudo D’Armas".

Dentre as interpretações diversas atribuídas às cores da Bandeira do Rio Grande do Sul, destacam-se as registradas por:

Mansueto Bernardi: "... o todo da bandeira identifica-se com o verde das nossas paisagens, com o ouro do solo que calcamos, com o vermelho do pudor que nos torna honrados e sempre prontos pela defesa dos nossos brios."

Augusto Porto Alegre: "... o verde esmeralda representando a eterna primavera brasileira e o amarelo jalde, envocando no luzimento do reflexo vivaz, a riqueza abundantosa do solo pátrio, encravando na apoteose dos dois lindos tons, grata aos olhos e aos corações patrióticos, a faixa vermelha do entusiasmo, dando-se-lhe, está logo a ver-se claramente, acentuada significação poética..."

Essas duas interpretações falam das três cores rio-grandenses como um ato simbólico de fidelidade à Pátria comum.

Fonte: informações gentilmente cedidas pela Divisão de Informações Turísticas e pela Biblioteca Pública do Governo do Rio Grande do Sul.



- Postado por: Curta do Zóio às 23h42
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Ambrosia assada

 

Ingredientes:

1 litro de leite
2 xícaras (chá) de açúcar
5 ovos
10 gotas de suco de limão
3 cravos-da-índia
4 gemas de ovo
1 colher (café) de noz-moscada
2 pedaços pequenos de canela em pau

 Modo de Preparo:
Ligue o forno à temperatura média. Coloque em uma panela o leite, a canela, o cravo e a noz-moscada. Leve ao fogo e retire assim que levantar fervura. Reserve. Bata os ovos e as gemas na batedeira por 4 minutos. Retire e passe por uma peneira. Junte o açúcar e misture até ficar homogêneo. Adicione, aos poucos, o leite morno, batendo com um batedor manual. Acrescente o suco de limão e bata por mais 1 minuto, ou até ficar homogêneo. Despeje o creme batido em uma assadeira refratária de 28 x 19 cm e leve para assar em forno médio por 1 hora e 30 minutos, ou até obter um creme cozido. Retire do forno e deixe esfriar. Sirva gelado em taças individuais decoradas com canela em pau ou fatias de limão.

obs: Essa é uma variante deste doce tão maravilhoso



- Postado por: Curta do Zóio às 11h43
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PUCHERO


O Puchero é um prato típico  tradicional correntino, muito apreciado pela gauchada fronteiriça após as lides campeiras.Há quem confunda o puchero com o brodo serrano. Tem diferença.

Ingredientes:

3 kg de carne de peito;
1 rabada;
1 kg de batata doce;
1 kg de batata inglesa;
1 kg de aipim;
6 espigas de milho;
2 couves-flor;
1 kg de abóbora;
1 molho de cenoura;
1 molho de nabo;
5 chuchus;
1 repolho grande;
3 molhos de couve;
6 tomates (sem pele);
6 cebolas;
2 molhos de tempero verde;
2 pimentões;
4 pimentas verdes;
1 kg de farinha de mandioca;
1 kg de lingüiça

Modo de Prepara:

Ponha uma panela grande ao fogo (de preferência num fogo-de-chão), com água pela metade; 3 colheres (das de sopa) de sal; as cebolas, os tomates, os pimentões cortados em 4 pedaços, as pimentas verdes cortadas ao meio.
Deixe levantar fervura. Corte a carne de peito em partes, a rabada na junta e a lingüiça em pedaços de mais ou menos três dedos.
Coloque a batata doce, se for grande cortada em 4 pedaços, se for pequena em 2; a cenoura cortada em 2 pedaços; o milho verde quebrado em dois; o nabo cortado ao meio; o chuchu cortado em 4 e o aipim em pedaços de mais ou menos 4 dedos. Deixe fervendo por mais 20 minutos e coloque a abóbora em pedaços médios e a batata inglesa cortada ao meio.
Tenha à mão 3 bacias ou formas onde colocará os ingredientes que deverão ser retirados assim que ficarem prontos. As carnes, os legumes e as verduras, separadas em cada recipiente. Por último, coloque a couve-flor sem o talo, porém não muito desfeita, o repolho desfolhado.
Verifique e corrija o sal sempre que necessário. Quando estiver tudo cozido, retire a panela do fogo e vá colocando a farinha de mandioca lentamente, mexendo sempre, até conseguir um pirão no ponto médio, mais para o duro. Esquente os recipientes e sirva em pratos separados.
Está armada a competição para ver quem come mais. O puchero, um detalhe, entra muito bem assim depois de uma churrascada, quando ninguém mais quer saber de carne.
Esta receita é para 12 pessoas, isso se ninguém se distrair e perder a vez.

obs: Eu coloco 125g de grão-de~bico pq gosto.Deixe o grão-de-bico de molho na véspera. Escorra e cozinhe com o alho, a cebola e o louro até ficar macio, porém firme. Reserve.No final adicione o grão-de-bico cozido. 



- Postado por: Curta do Zóio às 23h24
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CUCA DE NATA (receita gaúcha)


Ingredientes:


(rende 3 cucas)


1/2 xícara de leite


·  5 ovos


  2 xícaras de açúcar


  100 g de manteiga


 1 xícara de nata (creme de leite fresco)


  raspas de 1 limão


 200 g de passas de uva


  2 cocadas, picadas


  2 1/2 pacotes de fermento instantâneo para pão


 1 pitada de sal


 1,3 kg de farinha de trigo


 1/2 pacote de margarina


·  canela em pó


·  açúcar


Modo de Fazer
Bata os ovos com o açúcar, até obter um creme claro. Misture (à mão) 1 pitada de sal e a farinha de trigo. Logo em seguida, acrescente a manteiga, nata, fermento, leite e raspas de limão, mexendo com uma colher de madeira. Sove um pouco, com a mão, até que a mistura fique homogênea. Deixe a massa descansar por 30 minutos. Sove mais um pouco, junte as passas e as cocadas picadas. Deixe descansar por mais 3 horas, em fôrmas untadas e enfarinhadas. Reseve.


Para a cobertura, derreta a manteiga, misture a canela e o açúcar ainda no fogo, mexendo bem, até obter uma farofa não muito seca.


Pincele as cucas com uma gema de ovo e espalhe a farofa por cima. Leve ao forno pré-aquecido médio por 30-40 minutos.

 

Cuca 2

ingredientes:
4 xícaras de farinha de trigo
2 xícaras de açúcar
1 xícara de leite
4 ovos
2 colheres de sopa de manteiga ou margarina
2 colheres de sopa de fermento em pó
 
Farofa:
1 xícara de açúcar
1/2 xícara de farinha de trigo
canela em pó
1 ou 2 colheres de margarina ou manteiga

Modo de fazer:

Bater os ovos com o açúcar, misturar os outros ingredientes até formar uma massa homogênea.
 
Untar uma forma com margarina, colocar a massa, salpicar a farofa e levar ao forno pré-aquecido para assar por aproximadamente 40 minutos.
 
Para a farofa basta colocar tudo em um recepiente  e ir misturando com a ponta dos dedos até ficar com cara de farofa.
 

 



- Postado por: Curta do Zóio às 21h15
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Arroz com leite

 

Ingredientes:

1 xícara (chá) de arroz
2 litros de leite
2 xícaras (chá) de açúcar
3 ovos
casca de 1/2 limão médio
1 colher (sopa) de canela em pó

 Modo de Preparo:
Lave o arroz, escorra bem e coloque-o em uma panela grande. Junte 1/2 litro de água e a casca de limão. Tampe a panela e deixe no fogo até o arroz ficar cozido e quase seco. Elimine a casca do limão. Misture o leite e cozinhe em fogo baixo, com a panela destampada, por mais 25 minutos, ou até obter um creme bem mole. Mexa de vez em quando para não grudar no fundo da panela. Enquanto isso, bata por 5 minutos na batedeira os ovos com o açúcar e despeje sobre o arroz. Misture e cozinhe por mais 5 minutos, mexendo sempre. Se preferir, acrescente 1 xícara (chá) de creme de leite fresco e cozinhe por mais 5 minutos, mexendo sempre. Retire, coloque em uma compoteira e polvilhe a canela em pó.

Obs: podes substituir  a casca de limão por folha de laranjeira....hummm fica com um abor todo especial.



- Postado por: Curta do Zóio às 21h04
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Doce de Figo

 
ingredientes:

2 kg de figos verdes; 10 xícaras (1,8 kg) de açúcar; 6 cravos-da-índia; 5 pedaços de canela;

Modo de fazer

1 -Lave bem os figos, escorra, faça um pequeno corte em cruz no fundo de cada um e elimine os cabinhos.

2 - Lave novamente os figos, coloque numa panela grande, cubra com água fria, leve ao fogo alto e deixe ferver. Cozinhe por cerca de 20 minutos ou até ficarem macios.

3 - Tire os figos  do fogo, escorra bem e deixe esfriar. Coloque num saco plástico e deixe no freezer por cerca de 2 horas ou até ficarem congelados.

4 - Passe os figos em água corrente, esfregando-os um a um com as mãos para soltar a pele. Lave-os novamente e deixe escorrer bem.

5 - Enquanto isso, prepare a calda; numa panela grande coloque 2 litros de água, o açúcar, os cravos e a canela, leve ao fogo alto e, mexendo sempre, deixe começar a ferver. Pare de mexer e cozinhe até a cada ficar em ponto de fio grosso.

6 - Acrescente os figos, deixe ferver e cozinhe por cerca de 30 minutos. Tire do fogo e deixe esfriar na calda até o dia seguinte.

7 - Coloque novamente no fogo e, assim que ferver, cozinhe por mais 30 minutos. Tire do fogo e deixe esfriar. Prove um figo; se estiver macio e saboroso, o doce estará pronto, se não, deixe na calda até o dia seguinte e repita a operação mais uma vez. Depois de frio, coloque o doce numa compoteira e sirva.

Rende: 12 porções 

obs: faça o doce  em tacho de cobre para que o fique bem  verdinho, caso não tenha use uma panela de inox, as de alumínio deixam o figo escuro.



- Postado por: Curta do Zóio às 20h42
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Doce de abóbora

 

Ingredientes:

1 kg de abóbora descascada
1 colher (sopa) de cal virgem para uso culinário
4 xícaras de açúcar
2 xícaras de água
12 cravos-da-índia
1 canela em pau

 Modo de Preparo:
Corte a abóbora em cubos de 3 cm. Desmanche a cal em 2 litros de água fria e despeje sobre as abóboras. Deixe descansar por 2 horas. Escorra e elimine a água. Lave os pedaços de abóbora em água corrente por 2 ou três vezes. Coloque o açúcar e a água em uma panela e leve à fervura, adicione os cravos e a canela. Fure de leve os pedaços de abóbora para que absorvam a calda e coloque-os na panela. Ferva em fogo baixo para que os pedaços de abóbora fiquem firmes porém macios. Retire-os com uma escumadeira e coloque em uma compoteira. Reduza a calda até o ponto de fio e despeje sobre as abóboras. Deixe esfriar antes de servir.



- Postado por: Curta do Zóio às 20h15
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Sagu ao vinho

Ingredientes e Preparo:

Para o sagu:
  • 300 gramas de açúcar cristal --
  • 5 copos de vinho tinto suave;
  • 3 xícaras (café) de sagu de mandioca (encontra-se em supermercado);
  • 8 copos (americano) de água (3 para molhar o sagu e 5 para cozinhar).
  • 1 pau de canela
  • 4 cravos-da-índia


Para o creme:
  • 150 gramas de açúcar --
  • 4 copos (americano) de leite;
  • 2 colheres (sopa) de amido de milho (maisena);
  • 1 gema de ovo caipira;
  • 1 colher (café) de baunilha líquida.


Preparo do sagu:
  1. Deixar o sagu de molho em 3 copos de água, durante 60 minutos, sem escorrer.
  2. Levar ao fogo, num tacho, o sagu, com a água no qual ficou de molho, com 5 copos de vinho e mais 5 copos de água, mexendo até cozinhar (durante cerca de 40 minutos).
  3. A mistura deve ficar numa consistência cremosa.
  4. O ponto será quando pingar da escumadeira.
  5. Ainda quente, colocar num refratário (tigelinhas de sobremesa) ou tacinhas.


Preparo do creme:
  1. Desmanchar o amido de milho no leite frio e levar ao fogo, acrescentando a gema peneirada (para retirar a película) e o açúcar.
  2. Mexer até ponto de creme.
  3. Acrescentar a baunilha.


Montagem:
  • Com a ajuda de uma concha pequena , despejar o creme ainda quente sobre o sagu, que vai entranhar no doce naturalmente. Ou faça individualmente. Obs: eu prefiro colocar o creme individualmente e frio.


- Postado por: Curta do Zóio às 19h57
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Espinhaço de Ovelha com
Aipim

 

Ingredientes
- 2 kg de espinhaço de ovelha (pescoço e coluna
vertebral) cortado em bistecas
- 1 kg de aipim (mandioca, macaxeira)
- 6 tomates sem pele picados
- 2 cebolas grandes picadas
- 1 pimentão verde picado
- 3 dentes de alho esmagados
- 1 xícaras (chá) de vinho branco
- 2 colheres (sopa) de banha
- sal e pimenta-do-reino (moída na hora, de
preferência)
- 2 ramos de manjerona
- 1 folha de louro
- cheiro verde picado

Modo de Preparo
Cozinhe o aipim em uma panela com água, mas desligue o
fogo um pouco antes de estar no ponto (o tempo de
cozimento depende da qualidade do aipim, mas os mais
tenros levam até menos de 20 minutos). Reserve.
Tempere os pedaços de carne com sal e pimenta. Aqueça a
gordura em uma caçarola ou panela de ferro e doure a
carne, em porções, até que todos os pedaços estejam
fritos. Retire a carne da panela e reserve. Na mesma
gordura, leve a cebola e o alho para dourar. Em
seguida, junte o tomate e o pimentão, refogue por
alguns minutos e ponha a metade do vinho branco,
deixando reduzir por um instante. Volte a carne para a
panela, com a folha de louro e somente as folhas da
manjerona. Cozinhe por meia hora, até que os pedaços de
tomate e pimentão desmanchem bem. Adicione o restante
do vinho e o aipim escorrido e deixe cozinhar, até que
a carne esteja bem macia (mais 40 minutos, mais ou
menos). Se quiser deixar o molho um pouco mais
consistente, amasse uns dois ou três pedaços de aipim
com um garfo e misture bem. Salpique o cheiro verde por
cima e sirva em seguida.
Rendimento - 8 porções.



- Postado por: Curta do Zóio às 19h17
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 Arroz de Carreteiro

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Ingredientes
- 1 Kg de charque
- 2 cebolas picadas
- 1 dente de alho picado
- 1/2 Kg de arroz
- 4 xícaras (chá) de água
- 2 ovos cozidos picados
- 1 colher (sopa) de cheiro verde picado
Modo de Preparo
Corte o charque em cubos pequenos e frite numa panela de ferro pré-aquecida por 10 minutos, até soltar a gordura. Acrescente a cebola picada e o alho e mexa até refogar. Adicione o arroz e continue mexendo. Em seguida, acrescente as 4 xícaras de água. Mexa bem e tampe a panela, até cozinhar o arroz. Na hora de servir, coloque o ovo picado e o cheiro verde por cima.
Sugestão: na véspera do preparo da receita, deixe o charque de molho dentro da geladeira, trocando a água periodicamente, para retirar o excesso de sal.

 

 Matambre Recheado

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tem origem nos pampas. Obrigados a viajar dias e dias conduzindo os animais de um ponto ao outro, quando montam acampamento os tropeiros da região sacrificam um dos animais para se alimentar. Por ser um corte menos nobre, o primeiro a ir para o fogo e ficar pronto, é que ganhou esse nome, matambre, uma corruptela de “mata hambre” (mata fome).


INGREDIENTES : 
1 manta de matambre recém-tirada da costela
½ copo de sal grosso

Para o Recheio:
8 fatias finas de bacon,
2 cenouras cruas, grandes, raspadas e fatiadas no sentido do comprimento,
1 pimentão verde, sem sementes, fatiado no sentido do comprimento,
4 gomos de lingüiça mista,
2 Cebolas de cabeça cortadas em gomos ou picadas grosseiramente,
8 fatias (2,5cm de largura) de lombinho,
12 vagens grandes, cruas, lavadas e secas,
1 pimentão vermelho, sem sementes, fatiado no sentido do comprimento,
1 lata de ervilhas em conserva, cruas, lavadas e escorridas,
1 punhado generoso de salsinha picada grosseiramente.


MODO DE PREPARAR: 
Depois do matambre temperado com o sal grosso, vire-o com a gordura para baixo e espalhe o recheio sobre toda a superfície da manta, alternando camadas dos ingredientes começando com as fatias de bacon e terminando com as ervilhas, a cebola de cabeça e a salsinha picada. Depois, enrole como um rocambole, amarre com um barbante grosso (prenda bem as pontas para o recheio não vazar). Enrole em papel celofane para churrasco – 6 voltas – e leve à churrasqueira a uma distância de 50cm do braseiro forte. Deixe durante três horas, virando a cada meia hora. Com cuidado, retire o papel celofane e coloque novamente o “rocambole” na grelha até que a parte externa da peça fique dourada e crocante. Depois é só fatiar e servir.



- Postado por: Curta do Zóio às 13h41
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CHIMARRÃO

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O chimarrão é um hábito dos habitantes da Região Sul, principalmente nas fronteiras e grandes fazendas. Comumente o chimarrão é tomado pela manhã, em jejum, pois tem propriedades
digestivas. Também aquece muito no inverno, pois sua temperatura é sempre muito alta ( sem ferver, é claro....rs)

 A Tradição do chimarrão é antiga, símbolo da Hospitalidade Gaúcha, de origem indígena (Guaranis), o chimarrão autêntico, sem açúcar, toma-se em uma cuia de porongo, hoje, por uma bomba de metal. Em seus primórdios o chimarrão era consumido através de um “canudo” de taquara, chamado Taquapy.

            O chimarrão, por sua vez, também tem suas propriedades desintoxicantes é rico em cálcio e ferro.

            A Erva Mate, Ilex paraguariensis, é uma árvore nativa, um dos símbolos ecológicos do Rio Grande do Sul.

ORAÇÃO DO GAÚCHO


Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e com licença do Patrão Celestial. Vou chegando, enquanto cevo o amargo de minhas confidências, porque ao romper da madrugada e ao descambar do sol, preciso camperear por outras invernadas e repontar do Céu, a força e a coragem para o entrevero do dia que passa.
Eu bem sei que qualquer guasca, bem pilchado, de faca, rebenque e esporas, não se afirma nos arreios da vida, se não se estriba na proteção do Céu. Ouve, Patrão Celeste, a oração que te faço ao romper da madrugada e ao descambar do Sol: "Tomara que todo o mundo seja como irmão ! Ajuda-me a perdoar as afrontas e não fazer aos outros o que não quero para mim".
Perdoa-me, Senhor, porque rengueando pelas canhadas da fraqueza humana, de quando em vez, quase sem querer, eu me solto porteira a fora... Êta potrilho chucro, renegado e caborteiro... mas eu te garanto, meu Senhor, quero ser bom e direito ! Ajuda-me, Virgem Maria, Primeira Prenda do Céu. Socorre-me, São Pedro, Capataz da Estância Gaúcha. Pra fim de conversa, vou dizer meu Deus, mas somente para ti, que tua vontade leva a minha de cabresto pra todo o sempre e até a querência do Céu.
Amém.

(D. Luiz Felipe de Nadal, bispo de Uruguaiana)

 



- Postado por: Curta do Zóio às 23h29
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CHURRASCO

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O churrasco verdadeiro é assado em espeto num braseiro feito no chão, mas existem as churrasqueiras, as grelhas
e outras tantas maneiras de assá-lo.
   A variação de carnes existentes é enorme, pois hoje em dia não é apenas a costela, a picanha ou a chuleta que fazem o bom
churrasco, usando-se desde o salsichão ao galeto com preparações, molhos e temperos mais elaborados. E toda essa variação não deixa de ser churrasco.
   O acompanhamento do churrasco é a farinha de mandioca e o pão, porém muitos gostam de comê-lo com saladas de  diversas qualidades,
outros o acompanham com farofas, batata-doce ou aipim cozido. ( o gaúcho da fronteira, considera uma heresia todos esses acompanhamentos). E tem essa receita  que vou colocar q é Mara...!!!!rs

 

Receita de churrasco.


Receita para churrasco ao estilo muita "cana na cabeça"
(não sei a autoria, se alguém souber  envie que darei os créditos, só sei que lí alguns anos atrás e quase morri de rir.)

Ingredientes:

1 litro de whisky ou caipirinha (o principal, sem isso não há a menor condição). Podem ser duas caixas de cerveja também.
1 peça de picanha (menor que 1 kg porque não existe picanha com mais de 1 kg. Se
tiver, está com coxão mole junto.)
½ kg de lingüiça, ½ kg de coração de frango, ½ kg de costela de boi e ½ kg de filé, sal grosso e sal refinado, uma cabeça de alho, vinagre, azeite e pimenta do reino
Modo de fazer:

Comece tomando uma dose de whisky ou...para dar inspiração, afinal ninguém é de ferro, certo?

Primeiro a picanha, porque o resto é perfumaria.
Corte esta tão nobre carne (um dia vão inventar uma vaca só de picanha, vai ser um luxo) em fatias grossas de 2 a 3 dedos de largura.

Coloque-as numa vasilha e espalhe o sal grosso sobre as mesmas.
Aproveite e pegue uma pedrinha de sal grosso, coloque na boca.
Agora tome mais uma dose para curtir o salgadinho.

Que beleza, já está tudo tão bonito, o dia lindo, o churrasco vai ser um sucesso!

A lingüiça: NÃO TEMPERE A LINGÜIÇA, entendeu? Não coloque nada nela, apenas ponha-a no espeto. Caso exista uma grelha daquelas que fecham é melhor.
Coloque-a enroladinha para ficar com estilo.

Ainda para não perder o estilo, tome mais uma dose.
Agora sim!
Ih! Você já tinha visto como a sua cunhada tem a bunda gostosa? Rapaz, o que que é aquilo?

Bem, não vamos perder a concentração.

Pegue agora cinco dentes de alho, duas colheres de cafezinho de sal refinado, um copo americano de vinagre, um copo americano de água e uma pitada de pimenta do reino.
Jogue tudo no liquidificador, tampe (senão você vai ver a lambança que vai fazer) e bata até desmanchar tudo.

Molhe o dedo no molho e prove para ver se está bom.
Salgadinho, né?
Tome mais uma dose para aproveitar o gostinho.

Upa lelê! Esse zurrasco vai ficar um estouro! Ex-touro, entendeu? Há há há há.

Para temperar o filé, pegue mais zeis dentex de alho, dezcazque, pique e coloque no zocador.
Ih! Isso vai dar um trabalhão danado.
Deixa para lá!
Pegue o filé e ponha no congelador para a empregada fazer amanhã no almoço. É melhor.

A coxtela: pegue mais duas doses.
Zogue uma na coxtela e outra na goela.
Ponhasal grosso na coxtela.
Ponha azeite na coxtela também, vai ficar óóóótchiimo.

Same um amigo pra acender o fogo porque não há condichões para isso.

Enquanto isso vá esxpetando tudo.
Tira o olho dax pernax da sua cunhada! Você já esxtá dando bandeira! Tome maix uma para xe acalmar. Tem alguém que possa te sub... sub.... subsxtchitujir? Não? Prega fogo no zurraxco então.

Ponha os expetox na zurraxqueira e fique virando eles para não queimar a carne.
É chato esse negócio de ficar tomando conta de carne, né?
Ela não vai fugir.

Pegue maix uma dose pra dixtrair.
Ah... Tranquilo tomando conta da carninha, whixquinho.
Caraca, essa tua cunhada é boa mexmo. Por quê que o palhaço do
namorado dela tá olhando de cara feia?
Essa carne não fica pronta, tome maix uma dose.

Ih, o coração! Joga o tempero no coração. Vira a carne. Ih! Dexe lado ficou meio torrada.
É só deixar pouco tempo do outro que compensa.
Ué, por quê que tua namorada também tá te olhando de cara feia? Eu hein!

Melhor tomar maix uma, exe povo é muito careta. Ô cunhada goxtosa. Dá um jeito de passar a mão na bunda dela.
Não, melhor não.

Ih! O outro lado dax carnex também tá torrando.
Zurraxqueirazinha bunda, nem tem botorzinho prá rodar ox expetos. Foda-xe.
Vai no banheiro que voxê precixa mizar.
Que sede, né? Bebe a água da pia mexmo, ta bom.
Ih! Vontade de vomitar... Tá tudo rodando... Isso, vomita tudo.
Ai... Será que alguém tá excutando lá fora? Foda-xe. Melhor não zair agora do banheiro...
Ficar experando tá chato... Deita aí nexe box mexmo, tá tão frexquinho. RSRRS



- Postado por: Curta do Zóio às 22h54
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Sabores da Mesa Regional Brasileira

Inicio hoje,com o sabor da mesa gaúcha e termino no dia 20 de setembro,
data em que comemoramos a Revolução Farroupilha, mostrando um pouco da diversidade culinária e costumes do RS. A partir dai darei continuidade
com os vários sabores regionais da mesa brasileira.

 

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RIO GRANDE DO SUL

É praticamente imediata a associação entre o Rio Grande do Sul e o Churrasco, que é consumido quase
como um ritual, sobretudo nos fins de  semana em reuniões familiares ou de amigos.
De um modo geral, na vida diária, a alimentação do gaúcho consiste numa mescla dos hábitos alimentares
dos vários povos que compõem sua cultura.

 

 

O sabor da mesa Gaúcha 

Minha homenagem aos "Farrapos" intrépidos guerreiros que mostraram ao "Império" por dez longos anos que aqui vivia um povo com vontade própria, forte  e aguerrido!.

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Café Colonial

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O famoso café colonial, hábito das regiões serranas do Rio Grande do Sul, não é apenas um café pois sua apresentação chega
mesmo a causar espanto às pessoas que não o conhecem, por sua variedade e quantidade de pratos apresentados.
As mesas repletas de cucas, pães, apfelstrudel (torta de maçã), schmier, nata, queijo, salame, mel, queschmier, morcilias,conservas, chocolate quente, café, chás, wafles, tortas.
A tradição veio com os antepassados alemães que aqui no sul se tornou comercial devido à procura de viajantes e de turistas, que ao chegarem tarde da noite, em cidades onde não havia hotéis ou mesmo restaurantes, alguns colonos prontificavam-se a atender estas pessoas, com alojamento e refeições, no velho costume germânico, colocando à mesa o que havia de melhor. Estas iguarias já eram tradicionais nas festas de kerb, onde após as missas dominicais, os fiéis, acompanhados de uma bandinha, dirigiam-se ao salão paroquial, onde tinha início todo o ritual dos Kerbs, e esse costume começou a atrair cada vez mais gente. Da necessidade de atender os turistas os colonos deram o início ao café colonial.

Outro modo de denominar o café colonial seria que representaria a mesa farta do colono, antes de ir, muito cedo do dia, para seus afazeres em suas pequenas propriedades rurais. Como ficava do alvorecer ao anoitecer envolvido no trabalho, o “café do colono”, por nós, comercialmente, chamado de café colonial, era extremamente reforçado, capaz de proporcionar-lhe energia suficiente para o desempenho árduo de suas funções.
 


 



- Postado por: Curta do Zóio às 22h49
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- Postado por: Curta do Zóio às 20h58
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Torta de Arroz com Requeijão

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2 xícaras (chá) de arroz cozido
1 cenoura média cortadas em cubinhos
1 ovo
1 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
1 xícara de rqueijão
1/2 xícara (chá) de parmesão ralado
1/2 colher (sopa) de fermento em pó
Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
2 colheres (sopa) de salsa picada

Aqueça o forno a 180º C. Em uma tigela ponha o arroz, a cenoura, o ovo, a farinha, o requeijão, o parmesão, o fermento, sal , pimenta e salsa. Com uma colher misture bem até obter uma mistura ligeiramente mole. Distribua em uma forma redonda untada com mateiga e leve para assar durante 30 minutos ou até dourar. Decore a gosto e sirva a torta quente ou fria.

Uma delícia, eu aprovo!



- Postado por: Curta do Zóio às 20h48
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