
Sejam Benvindos
Vou abrir as portas do meu computador!
E N T R E !!
Traga pra mim esse gostoso riso que nunca
ecoa!
Conte pra mim suas velhas histórias, deixa que eu me deite
em seus
ombros invisíveis e segure suas mãos firmes!...Não sei olhar em seus olhos,
Não sei sentir seu olhar. E suas palavras entram
direitinho no meu
coração. O mundo parece tão
pequeno atrás dessa rede!
Ah! Você vem
E
eu nem sei de onde
Sem passaporte atravessa as fronteiras, do limite do
impossível, traz paz e consolo, uma palavra,
um verso e coloridas flores
sem perfume, mas que são
Bálsamo para a alma...
Vou abrir minha casa
para que você entre!...
Tome um café com bolo,
Me conte de você, permita
que eu ria de seus risos,
E deixe que eu seque suas lágrimas, se preciso
for.
Você não é apenas um nome que se
esconde atrás de um arroba, você
tem alma
e asas, como os verdadeiros anjos...
Você tem um "eu"
Que
precisa e deve ser respeitado, que precisa e deve ser
amado. De virtual, na
verdade, você não tem nada!!!
Claro!!! Meu café não tem sabor
E meu bolo
não é doce, quando virtual,
Mas meu carinho e meu amor são, nessa rede toda,
Tudo o que tenho de mais real.
Então...
Entre sem bater!!!
Sente-se!
Tem café, bolo e minha
amizade esperando por você atrás da
tela
DESSE MEU COMPUTADOR. (AD)
Sou Helô Coelho, tenho 55 anos, moro em Santana do Livramento (RS). Gosto de pesquisar sobre gastronomia, adoro música, adoro cozinhar, ler...amo poesias, cinema, teatro, fazer amizades, um bom papo e principalmente estar com a minha família. Odeio mau caratismo...
Esse poema dedico a todas nós, Mulheres...

As mãos da Mulher
Vestem necessitados,
ensinando a
bondade,
dão o exemplo,
ensinando o amor,
embalam o berço,
ensinando a ternura,
indicam o caminho,
ensinando a decidir,
preparam alimentos,
ensinando a repartir.
Erguem as mãos,
ensinando a orar,
abrigam o aflito,
ensinando esperança,
enxugam
a lágrima,
ensinando a compartilhar,
constroem a família,
ensinando
a confiar,
plantam flores,
ensinando a
trabalhar.
Ivone Boechat
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Doces e poemas
Poemas que são doces
Doces de poemas
De Cora doceira
De Cora da ponte
De Cora da
fonte...
da vida
Heitor Rosa
- Sou mulher como outra qualquer. / Venho do século passado
/
e trago comigo todas as idades"....
- Sou mais doceira e
cozinheira / do que escritora, sendo a culinária / a mais nobre de todas as
Artes: / objetiva, concreta
jamais abstrata / a que está ligada a vida e a
saúde humana."
"- O Pão chega pela manhã em nossa casa. / Traz um resto de
madrugada. /
Cheiro do forno aquecido, de levedo e de lenha queimada. /
Traz as mãos rudes do trabalhador e a Paz dos campos cheios. /
Vem
numa veste pobre de papel. Por que não o receber /
numa toalha de linho puro
e com as mãos juntas / em prece e gratidão? "
...."Vive dentro de mim a mulher cozinheira. Pimenta e cebola.
Quitute bem feito. Panela de barro. Taipa de lenha.
Cozinha antiga toda
pretinha. Bem cacheada de Picuma. Pedra pontuda. Cumbuco de coco."
"Cora Coralina"

Lady...saudades.

Fred...saudades.




poemas...

culinária...




Poderoso Chefão

A Batalha dos vegetais
os filmes...

e lindas músicas..
aqui para você...
Sites de Musicas
- "Boêmio"
-
"TERNURA"
-
"Castelo de Sonhos"
- Didi Músicas"
-
"Eu, vc a música e o tempo."
-
"Homem Sonhador"
- Site de Midis
"Innocence"
-
"Letras Azuis"
-
"Nosso Site"
-
"Um novo encontro musical"




"Recordar..."


















































Receita de Carinho
Um monte de Tranqüilidade
Algumas colheres de
Esperança
Duas pitadas de Paciência
Carinho, muito Carinho!
Misture os ingredientes,
leve ao forno pre-aquecido até
dourar!
Dica:
Se acontecer de queimar, não se apavore.
O bolo da
vida só chamusca por fora,
por dentro não se estraga.
Então, se passar do
ponto, remova a camada externa, queimada,
e cubra generosamente com
Amizade.
(Laura Poesias)
...e como não podia deixar de ser...
só para garantir!



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Cristiny On Line

- Glauco, experimenta esta poltrona. O encosto é capitonado, sente só.
Olha a maciez do couro.
- Melhor que colo de mãe! Onde achou isto, Bia?
- No mesmo brechó onde comprei aquele espelho rococó pra combinar com os pingentes do lustre. Agora sim, estou conseguindo acabar de montar o apê do jeito que queria. Só pra morreres de inveja, Glauco.
- O pior de tudo é que nem posso me olhar naquele espelho, só tatear a moldura. Malvada, você, hem?
- Mas pra compensar comprei um gorgonzola importado que está derretendo de gostoso. Vem, vamos pra mesa, que eu te sirvo.
- Gorgonzola mesmo, ou roqueforte?
- Roqueforte dinamarquês. O italiano legítimo tu só achas nos Jardins.
Mas aqui pertinho, na Vieira de Carvalho, consegui este pedação que parece um mármore, de tão rajadinho! Vou pôr no pão pra ti, segura.
- Hum, di-vi-no! Melhor que isto, só seus bolinhos.
- Tu nunca enjoas de bolinho, hem?
- E você, continua enjoada da ficção recente? Não achou nada que valha a pena comentarmos?
- Ah, achei sim: dois ou três contos naquela antologia da 'Folha', que vem junto com o CD.
- 'Aquela canção', né? Quais contos você destacaria?
- Me chamou a atenção aquele do Marçal Aquino, 'A exata distância da vulva ao coração'.
- Nada pessoal, claro.
- Magina! Só por causa da vulva? Que idéia, Glauquito!
- O Marçal vai gostar de saber que você curtiu. Sei de gente que morre de medo de saber o que você achou das obras deles.
- Exagerado! A música também é daquelas que eu adoro: 'Último desejo', do Noel. Mas não foi só a personagem da acadêmica que me falou de perto, nem a semelhança com a acadêmica do Paulo Henriques Britto no conto dos sonetos: é que o Marçal não escamoteia as coisas de comer.
- De fato: sai um sanduíche de queijo aqui, uma pizza ali, um estrogonofe acolá... Só não rola bolinho.
- Pára com essa mania de bolinho, Glauco! Falo sério. Se prestares atenção, notarás que o cardápio vai evoluindo à medida que a professora se afeiçoa ao mendigo. Primeiro são sobras de sopa e pizza...
- Eu a-do-ro pizza amanhecida!
- ...depois vem o sanduba de queijo branco, depois o pão com geléia, os ovos, até que a relação é coroada com o estrogonofe regado a vinho, à luz de velas. Viste como a comida é essencial à trama desenrolada?
- Você é que devia adotar um mendigo daqueles, Bia. Sua coroação seria o café com bolinhos, lógico.
- Vontade não falta, Glauco. Aqui embaixo, na praça da República, o passeio tá cheio deles, aos magotes. Cada um mais carente e encarado que o outro. Mas cadê coragem de exercitar a caridade cristã?
- É, o instinto de sobrevivência fala mais alto que o furor uterino, eu sei. Que outro conto faria jus ao nosso apetite?
- Um do Milton Hatoum, feito praquela música do Chico, 'Atrás da porta'...
- Outra do seu cancioneiro particular, já sei. Deixe ver se recordo o nome do conto: 'Bárbara no inverno', é isso?
- Exato. Ali o prato do dia é uma feijoada à brasileira em plena Paris. Com mandioca frita e tudo. Só faltou o torresmo, que tu não dispensas...
- Bem lembrado. Mas o Milton foi feliz na solução: quer coisa mais simbólica e melancólica pra brasileiros no exílio que uma feijoada improvisada num apezinho europeu?
- Por sinal bem menor que este meu, né?
- E bota menor nisso! O seu parece o palácio de Versalhes comparado com o meu dois-quartinhos. O da Bárbara cabe no seu armário embutido. Mas você reparou, Bia, que os dois contos têm coisa em comum além das comidas?
- Falas de quê? Da cidadania errante? Do exílio social?
- Não. Algo mais violento: a mulher ciumenta. Não me diga que isso não lhe tilintou nenhum sininho...
- Ah, mas tá na cara! Só que eu não faria o que fez a Marilu, nem a Bárbara! Nem tanto ao mar, nem tanto à terra.
- Em todo caso, acho que você endossaria aquele meu soneto 'Desleal', não é mesmo?
- Tenho amigas casadas que se enquadrariam na tua personagem. Espera aí, vou pegar teu soneto. Pronto, achei:
Amava tanto, e tanto era o ciúme,
que via no marido algo suspeito
em tudo! Foi seu único defeito,
no mais era mulher de bom costume.
Astuta, desconfia do perfume,
da agenda, dum horário mais estreito,
ou quando ele, ranzinza e contrafeito,
reclama que ela perto dele fume.
Revista faz nos bolsos do casaco
assim que ele se afasta, e, se não acha
um fio de cabelo, diz: 'Velhaco!'
'Pensando que me engana?' Até na graxa
brilhando no sapato ela um malaco
enxerga nele, que de tola a tacha.
[Glauco Mattoso]
Coloque numa tigela a farinha, os ovos, o fermento, o açúcar e o sal. Aos poucos, adicione o leite e misture com um batedor até obter uma massa homogênea. A massa estará no ponto quando começar a formar bolhas. Em uma frigideira, coloque bastante óleo e leve ao fogo. Quando estiver bem quente, coloque pequenas porções de massa, com o auxílio de uma colher. Frite os bolinhos, deixando-os dourar bem. Retire e coloque sobre papel toalha para absorver o excesso de óleo. Em seguida, passe os bolinhos no açúcar e na canela e sirva. Fonte: Revista Água na Boca
O Curta na Cozinha não podia deixar de participar do GIRABLOG e aqui estou para levar você ao caminho de volta... girando.. girando... girablogandooo... voltando pra "Caixinha" do "Seu Presente"

Carne de panela na forma "Fulgor"
- 1/2 kg de bifes finos de coxão mole ou alcatra, batidos
- 4 batatas pequenas
- 1 pimentão vermelho médio, sem sementes, cortados em tiras
- 1 tomate grande, sem sementes, cortados em tiras
- 2 cenouras sem casa, também cortadas em tiras
- 1 cebola média, fatiada finamente
- alho em pasta ou alguns dentes de alho picadinhos
- azeite para temperar
- orégano e sal a gosto
Comece pelas batatas: tire a casca e fatie em rodelas de mais ou menos 1 cm. Tempere com sal, orégano e um fio de azeite, mexa, e reserve. Ataque os legumes: lave, tire a pele (quando necessário) e fatie em tiras finas, do tamanho que preferir. Tempere com sal, orégano, azeite e alho. Acrescente as cebolas e misture bem.
Para a carne, você vai precisar de um pouco de alho, sal e orégano a gosto. Pode usar o tempero de sua preferência, não vai fazer mal. Tempere os bifes e reserve. Agora você vai precisar da forma, previamente untada com azeite, para fazer as camadas. Primeiro, coloque mais da metade da mistura de pimentão, tomate e cenoura, para forrar o fundo. Disponha as batatas por cima disso. Sobre tudo, coloque os bifes e o restante dos legumes fatiados.
Feche a forma e leve ao fogo médio, até a tampinha começar a chiar. Fique de olho, senão queima (e vira um desastre). Mexa com cuidado a forma tampada, de vez em quando, para se assegurar de que os ingredientes não grudaram no fundo. Uns 20 minutos são suficientes para tudo estar macio, quentinho e delicioso.
Na dúvida, tire a panela do fogo e espete os bifinhos e batatas com um garfo e, se precisar, deixe mais um tantinho no fogo.
Quando tudo estiver cozido, sirva imediatamente, quentinho, com arroz branco e uma salada verde.
É mágico e cura qualquer ressaca de sexta-feira.
http://www.interney.net/blogs/guloseima/2007/03/02/comida_boa_para_dias_de_paz/